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Um dos melhores sentimentos do mundo

...é chegar a casa ao final do dia com a certeza de dever cumprido...
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Portishead 26-03-08 Porto

Ela cantou e o mundo parou.
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Em 22 para 26

Começou a contagem decrescente até aos 30 :)
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Tenho vontade de não desfazer a mala e partir para longe! Fugir para um pequeno paraíso e descansar, pensar, recarregar baterias para prosseguir com mais força e vontade! Quero deixar a mala intacta para poder partir quando quiser... ai se eu pudesse...
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Detesto listas. Sou desorganizada e sofro com isso. Logo, preciso de listas. Mas não tenho vontade nenhuma de as fazer, então confio no meu instinto. Sou tão distraída e esquecida. Logo preciso desespero outra vez pelas listas. Listas para me lembrar das coisas que tenho que levar para o trabalho, para me lembrar do que tenho que fazer quando sair do trabalho, de coisas que tenho que investigar na net ou na biblioteca ou aonde for, de coisas que me pediram para fazer ou dizer a alguém mas... não há hipótese, a realidade é só uma: esqueço-me! Não sei aonde tenho a cabeça, mas suponho que esteja algures nas Maldivas ou aqui. Preciso urgentemente de uma terapia de choque, talvez algo assim...
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É sexta! É sexta! É sexta!

Só faltam dois dias para ir ver os Monty Python à portuguesa!
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Li algures num poema ao acaso...

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá pra almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes. A abrir as revistas e a ver anúncios. A ligar a televisão e a ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. A contaminação da água do mar. A lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma. Marina Colasanti
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Já?!

Mas já passou o fim-de-semana?! E eu sem descansar nada... Humpf... Que venha uma semana calma por favor!
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Facto

É um facto que, depois de começar a ver móveis para a minha casa deixei de saber o que é comprar roupa. E não é só por motivos financeiros, mas porque simplesmente quando entro num shopping vou só a lojas de decoração, já não me apetece entrar em lojas de roupa, nem ver montras com manequins. A minha vontade fixou-se em sofás, aparadores, candeeiros, cadeirões, mesas, quadros, tapetes, cortinas e sim, já gastei uma quantia considerável em revistas de decoração... As compras a sério, aquelas que nos levam mais de dois e três ordenados já começaram na cozinha, aqui: Agora falta-nos o resto! Os procedimentos são sempre os mesmos: pedir orçamentos, discutir ideias, alterar pormenores e depois de vermos coisas caras, baratas, com muita ou pouca qualidade escolhe-se o que se gostou mais dentro do que podemos adquirir claro! Custa um bocadinho, ficamos inseguros nalgumas coisas porque é tudo muito novo para nós, mas dá-nos um gozo enorme construir o ambiente que daremos à nossa vida a dois ali, naquele espaço.
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Eis o grande Tochas!

retirado daqui
Já não fui a tempo de arranjar bilhetes para este espectáculo no Teatro do Campo Alegre, no Porto e a estreia mundial do novo espectáculo vai ser no Teatro da Trindade, em Lisboa, por isso é um bocadinho fora de mão para mim! Apesar de não poder estar presente nestes espectáculos, recomendo-os vivamente! Do Tochas só se pode esperar o melhor, porque ele é mesmo um dos melhores artistas de improviso do mundo e arredores!
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ai valentim valentim...

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Rir é o melhor remédio...

...E porque apesar de tudo, é preciso sempre olhar para o lado "fixe" da vida, aqui vamos nós a mais um espectáculo, que também promete...
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Afuturar ou não afuturar?

"Quem nunca se afuturou, nem perdeu, nem ganhou!" Eu afuturei. Se perdi, se ganhei, isso ainda se está para ver... "Não podes mudar o mundo", dizem todos... Eu sei, eu sei... Ainda apanho uma carga de lenha por causa disso, ou coisa pior... Deus me acuda nestas horas mais difíceis, que é só nestas horas que me lembro de todos os Santos e mais alguns.
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Sentimento de Domingo

Comprei uma máquina de costura nova. A outra máquina que ainda existe e resiste em minha casa já não me obedece, tem as suas manhas que só a minha mãe e a minha avó conhecem e por mais voltas que dê não consigo que ela me faça as vontades. Por isso, estou muito contente com a minha mais recente aquisição. Confesso que ainda não tirei foto nenhuma de jeito e por isso tudo se resume a palavras. Este domingo ainda não me fez ter vontade de pegar nela, de a descobrir como ela merece, por isso ainda continua no sítio onde a deixei na semana passada. O Sol que entra pela varanda conforta-me, mas não é suficiente para me mentalizar que está tudo bem, porque não está. Respiro fundo e tento acalmar-me. Penso em tudo e fico novamente sem forças. Porquê?, perguntamos vezes sem conta, mas de nada vale. Vamos crescer com isto, vamos aprender para sermos mais fortes e levar todos os acontecimentos da nossa vida com coragem.
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Back to Crafty - 1st bag

Foi preciso um fim-de-semana prolongado, com direito a ponte e a feriado para voltar às agulhas e tecidos... A desculpa foi o aniversário de uma amiga, que me deixou com a vontade de lhe oferecer algo especial! Depois de muito pesquisar para arranjar um padrão que fosse fácil e simples, mas acima de tudo bonito, encontrei aqui um modelo que me agradou. E eis que surge a minha primeira mala..
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Já cá cantam!

Sim, eu vou! :)
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O silêncio do lado esquerdo...

O silêncio é invasor, é pressão arterial, abafa qualquer pensamento e abala o meu equilíbrio. O silêncio faz-me parecer tonta, ainda mais distraída do que sou na realidade, deixa-me aquém de tudo o que se passa em meu redor. Fico aflita, doida varrida, tamanha é a intensidade com que este silêncio me assola. Quando o barulho surge a confusão instala-se, fecho os olhos e só penso em fugir! Quero que passe isto rápido e que não torne mais. Só para dizer que estou com uma otite aguda... do ouvido esquerdo.
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Back to work

Deixei-me de fitas e já ando melhor, o regresso ao trabalho era um mal necessário ;) Depois de uma jantarada a antecipar os Reis, estou animada e entusiasmada com estes meses que se avizinham. Mesmo que a passagem de ano seja apenas passar de um dia para outro, nasce sempre uma vontade nova de mudar alguma coisa, nasce mais esperança no futuro, o sorriso é mais frequente e sim, tenho alguns desejos que gostava de cumprir. Um dia destes faço também uma lista de objectivos, mas uma lista pequena, porque não me imagino a traçar 439074 mil coisas que quero fazer. Se calhar, quando começar a fazer acabo por perceber que não consigo parar ;)
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#?!&~*»$"!/$

Apetecia-me criar um blog só para descarregar quando estou mal disposta, porque já começam a ser vezes a mais...! E Porqê?!? Porque raio é que estou assim!?!? Grrr, o TPM ainda demora, estou de férias, sem fazer nenhum, ando a preparar uma festa de ano novo com os amigos, o que vai ser muito bom, tive agradáveis surpresas neste Natal, contando com presentes e mensagens de feliz natal de pessoas de quem nem esperava, estou finalmente a mobilar a casa com resultados que me deixam satisfeita, o meu trabalho para já corre muito bem, gosto do sítio onde trabalho, tenho as pessoas que amo pertinho de mim, então porque carga de água é que hei-de ficar assim!?!?... o que de pior me aconteceu foi o alarme apitar ao entrar numa loja e as 30 pessoas que andavam às compras nessa loja ficarem paradas a olhar para mim com desdém, como se eu ao entrar na loja tivesse já tirado qualquer coisa do sítio, mas com isso posso eu bem!! Bah... Estou com a neura e não sei porquê! Soluções são bem vindas...
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Boas festas!

Diga-se o que se disser do consumismo, do excesso de prendas, dos excessos que se cometem de doçarias e afins, o Natal também é uma época para repensarmos as nossas acções, para termos mais calma e sorrir mais! Desejo a todos os que por aqui passarem um bom Natal, na companhia dos que mais amam e um 2008 repleto de concretizações!
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