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Novo rumo

Os novos rumos dão-nos ânimo, dão-nos vontade de erguermos a cabeça para sentirmos o vento na cara! Sorrimos e inspiramos todo o ar que conseguimos para senti-lo a percorrer cada centímetro do nosso corpo. É bom olharmos em volta e ter esperança no coração e essa esperança faz-nos ter quase a certeza de que estamos quase lá, estamos a chegar juntos onde queremos chegar!
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Amor é...

Ir sem ter rumo certo, ir por ir, ir por amar-te, e são estas coisas que fazem o nosso amor. Entrar e respirar fundo, olhar o mar e apertar-te a mão com toda a força que tenho e rir à gargalhada e sorrir para ti e dizer com os olhos tudo aquilo que não consigo dizer por palavras...
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Ah Leão!!!

Era escusado o primeiro golo ter sido tão confuso, mas o segundo foi lindo!! Merecemos!!!!!! Força Sporting!!
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Programa das festas para este fim-de-semana

No fim-de-semana deu-se um passeio por terras de Santa Maria e descobrimos mais um Imaginarius! As fotos que tirei foram muito trapalhonas, por isso recorri a profissionais :)
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Folga de manhã

Confesso que ter tido esta folga de manhã me soube muito bem, porque sou mais nocturna e custa-me muuuuuito acordar cedo. Mas a única vantagem real que vejo em não ter ido trabalhar hoje de manhã é acordar com mais calma, tomar um bom banho a cantar feliz (não, não gastei mais água a tomar banho, a água é muito preciosa!), o pequeno almoço foi tomado sem pressas e vestir uma roupa bonita! Faz-nos bem à alma para aguentar esta tarde que vai durar até lá para as 9 da noite aqui!
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Estou oficialmente viciada!

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Desilusão

É preparar tudo, organizar as coisas como queremos e quando chega a hora H, a bateria da máquina fotográfica pifa!
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Um dos melhores sentimentos do mundo

...é chegar a casa ao final do dia com a certeza de dever cumprido...
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Portishead 26-03-08 Porto

Ela cantou e o mundo parou.
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Em 22 para 26

Começou a contagem decrescente até aos 30 :)
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Tenho vontade de não desfazer a mala e partir para longe! Fugir para um pequeno paraíso e descansar, pensar, recarregar baterias para prosseguir com mais força e vontade! Quero deixar a mala intacta para poder partir quando quiser... ai se eu pudesse...
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Detesto listas. Sou desorganizada e sofro com isso. Logo, preciso de listas. Mas não tenho vontade nenhuma de as fazer, então confio no meu instinto. Sou tão distraída e esquecida. Logo preciso desespero outra vez pelas listas. Listas para me lembrar das coisas que tenho que levar para o trabalho, para me lembrar do que tenho que fazer quando sair do trabalho, de coisas que tenho que investigar na net ou na biblioteca ou aonde for, de coisas que me pediram para fazer ou dizer a alguém mas... não há hipótese, a realidade é só uma: esqueço-me! Não sei aonde tenho a cabeça, mas suponho que esteja algures nas Maldivas ou aqui. Preciso urgentemente de uma terapia de choque, talvez algo assim...
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É sexta! É sexta! É sexta!

Só faltam dois dias para ir ver os Monty Python à portuguesa!
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Li algures num poema ao acaso...

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá pra almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes. A abrir as revistas e a ver anúncios. A ligar a televisão e a ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. A contaminação da água do mar. A lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma. Marina Colasanti
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Já?!

Mas já passou o fim-de-semana?! E eu sem descansar nada... Humpf... Que venha uma semana calma por favor!
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Facto

É um facto que, depois de começar a ver móveis para a minha casa deixei de saber o que é comprar roupa. E não é só por motivos financeiros, mas porque simplesmente quando entro num shopping vou só a lojas de decoração, já não me apetece entrar em lojas de roupa, nem ver montras com manequins. A minha vontade fixou-se em sofás, aparadores, candeeiros, cadeirões, mesas, quadros, tapetes, cortinas e sim, já gastei uma quantia considerável em revistas de decoração... As compras a sério, aquelas que nos levam mais de dois e três ordenados já começaram na cozinha, aqui: Agora falta-nos o resto! Os procedimentos são sempre os mesmos: pedir orçamentos, discutir ideias, alterar pormenores e depois de vermos coisas caras, baratas, com muita ou pouca qualidade escolhe-se o que se gostou mais dentro do que podemos adquirir claro! Custa um bocadinho, ficamos inseguros nalgumas coisas porque é tudo muito novo para nós, mas dá-nos um gozo enorme construir o ambiente que daremos à nossa vida a dois ali, naquele espaço.
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Eis o grande Tochas!

retirado daqui
Já não fui a tempo de arranjar bilhetes para este espectáculo no Teatro do Campo Alegre, no Porto e a estreia mundial do novo espectáculo vai ser no Teatro da Trindade, em Lisboa, por isso é um bocadinho fora de mão para mim! Apesar de não poder estar presente nestes espectáculos, recomendo-os vivamente! Do Tochas só se pode esperar o melhor, porque ele é mesmo um dos melhores artistas de improviso do mundo e arredores!
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ai valentim valentim...

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Rir é o melhor remédio...

...E porque apesar de tudo, é preciso sempre olhar para o lado "fixe" da vida, aqui vamos nós a mais um espectáculo, que também promete...
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Afuturar ou não afuturar?

"Quem nunca se afuturou, nem perdeu, nem ganhou!" Eu afuturei. Se perdi, se ganhei, isso ainda se está para ver... "Não podes mudar o mundo", dizem todos... Eu sei, eu sei... Ainda apanho uma carga de lenha por causa disso, ou coisa pior... Deus me acuda nestas horas mais difíceis, que é só nestas horas que me lembro de todos os Santos e mais alguns.
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